Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
O anúncio da joint venture dos negócios de hospitais de Dasa e Amil em junho do ano passado veio fundamentado pela visão de que havia uma oportunidade de criação de uma rede não verticalizada que pudesse ser competitiva no mercado. Passados nove meses, os dois grupos - da família Bueno e de José Seripieri Júnior, o Júnior, respectivamente - chegaram ao closing da operação.
A Ímpar Serviços Hospitalares passa a adotar a marca Rede Américas para todas as suas operações, que totalizam 25 hospitais e cerca de 4.500 leitos com foco nas praças de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e que, em 2024, somaram estimados R$ 10,6 bilhões em receitas líquidas.
O Ebitda chegou a R$ 1 bilhão, enquanto a alavancagem é menor do que a anunciada em junho passado: 3,15x na relação da dívida líquida sobre o Ebitda, versus 5,0x na estimativa anterior proforma.
E as reações iniciais do mercado de saúde antes mesmo da conclusão do negócio mostram o acerto da decisão, segundo o CEO da Dasa (DASA3) e agora recém-nomeado CEO da Ímpar, Lício Cintra.
“Conseguimos entregar uma solução praticamente completa, com capilaridade, e isso já é reconhecido: nos últimos seis meses temos visto operadoras lançando produtos sem Rede D’Or, com foco basicamente nos nossos hospitais. As vendas tem sido crescentes”, disse o executivo à Bloomberg Línea.
⇒ Leia mais: Dasa e Amil: operadoras já reagem à operação conjunta de hospitais, diz CEO

No radar dos mercados
As ações globais operam em queda nesta quarta-feira (2) antes do anúncio das tarifas do presidente Donald Trump.
- UBS em reestruturação. O banco suíço informou aos sindicatos italianos sobre planos de cortar 180 empregos como parte de um processo de reestruturação após a aquisição do Credit Suisse. Dos cortes, 162 ocorrerão na unidade italiana, enquanto o restante será feito em gestão de fortunas.
- Mercedes-Benz de olho em tarifas. A montadora considera retirar seus carros mais baratos dos Estados Unidos porque as tarifas do presidente Trump poderiam tornar suas vendas economicamente inviáveis, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto falaram à Bloomberg News.
- Xiaomi em queda. As ações da Xiaomi caíram 4,2% com preocupações dos investidores após a polícia chinesa iniciar uma investigação sobre um acidente fatal que envolveu um de seus veículos elétricos. Em queda pelo quinto pregão consecutivo, os papéis estão mais de 20% abaixo do recorde.
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🔘 As bolsas ontem (01/04): Dow Jones Industrials (-0,03%), S&P 500 (+0,38%), Nasdaq Composite (+0,87%), Stoxx 600 (+1,07%), Ibovespa (+0,68%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Acordo entre Master e BRB expõe dilema entre risco privado e saúde do sistema
• Kinea vê cenário político do Brasil incerto para 2026 e prefere aposta no exterior
• Para 57% dos brasileiros, política econômica de Lula é culpada pela inflação
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• Também é importante: Chefe de IA da Meta deixa o cargo e gera desafios na busca por liderança no setor | De Fortescue a Airbus: como gigantes veem a transição energética na nova ordem global
• Opinião Bloomberg: Por que Brasil e Argentina precisam abandonar a rivalidade e fortalecer os laços
• Para não ficar de fora: Política de Trump afasta turistas: demanda em hotéis e aéreas dos EUA já cai até 25%
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