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O crescimento das corridas de rua no Brasil e em outros países da América Latina tem impulsionado as vendas de fabricantes de calçados e artigos esportivos. Um reflexo natural desse fenômeno tem sido o aumento de investimentos globais na região.
É o caso da Asics, marca esportiva japonesa que é referência no segmento e que encerrou o ano de 2024 com crescimento de 48,6% do lucro nos países classificados em “Outras Regiões”, do qual o Brasil faz parte.
Nesse contexto, a companhia prevê aumentar a presença na região e expandir a atuação em outros esportes, como o tênis, segundo Alexandre Fiorati, CEO da marca para a América Latina.
Em entrevista à Bloomberg Línea, Fioratti disse que entre os planos da empresa está aumentar em 60% o número de lojas na região. Hoje são 29 no total, distribuídas por Chile, Colômbia, Argentina, Peru e Brasil, que concentra a maior parte, com 17 unidades.
“A América Latina vai crescer muito em relação à média global. É o que esperamos. Estamos, obviamente, muito focados em crescer em running, mas temos um trabalho muito forte também em tênis no Brasil”, disse o executivo. A marca é patrocinadora de Bia Haddad, que segue entre as melhores do mundo.
⇒ Leia mais: Asics mira crescer em LatAm para além da corrida e vê potencial no tênis, diz CEO

No radar dos mercados
As ações globais voltaram a operar em queda nesta sexta-feira (28) com grandes empresas de tecnologia puxando os índices para baixo.
- Trump reduz o estado. A administração do presidente americano tomou medidas para invalidar contratos entre várias agências dos EUA e o maior sindicato federal que representa seus funcionários. A ação ocorre enquanto Donald Trump busca demitir trabalhadores do governo.
- Retomada nas vendas da Toyota. As vendas globais da montadora cresceram 9,5% em fevereiro, para 825.217 unidades, informou a empresa. Já a produção mundial aumentou 12,5%, e chegou a 887.588 unidades. O aumento no Japão compensou a estabilização dos embarques para o exterior.
- Mudanças no setor de luxo. O diretor comercial do Mulberry, Ian Earnshaw, deixou a fabricante britânica de bolsas de luxo após mais de uma década na empresa. A saída do executivo ocorre enquanto o CEO da empresa tenta reverter a queda do apetite dos consumidores por produtos de luxo.
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🔘 As bolsas ontem (27/03): Dow Jones Industrials (-0,37%), S&P 500 (-0,33%), Nasdaq Composite (-0,53%), Stoxx 600 (-0,44%), Ibovespa (+0,47%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• BlackRock olha fundos de pensão em estratégia para crescer no Brasil, diz líder
• Apostas na desaceleração dos EUA alimentam os ganhos de mercados emergentes
• Argentina busca antecipar parte de novo acordo de US$ 20 bi com FMI, dizem fontes
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