Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
A Brex, uma das fintechs que consideram a possibilidade de realizar uma oferta pública inicial, quer ter certeza de que está pronta para apresentar aos investidores um negócio previsível antes de decidir levar adiante um IPO, de acordo com o CEO, o brasileiro Pedro Franceschi.
“É fácil abrir o capital, mas é difícil ser uma empresa de capital aberto com baixa volatilidade e altíssima previsibilidade nos negócios”, disse Franceschi em entrevista à Bloomberg News. Ele acrescentou que a Brex planeja ter fluxo de caixa positivo até meados deste ano. “A previsibilidade é crucial e queremos nos tornar realmente excelentes nisso nos próximos anos.”
A Brex, fundada por Franceschi e por Henrique Dubugras, ambos com passagem pelo Y Combinator, recebeu US$ 1,5 bilhão dos investimentos de venture capital que fluíram para fintechs durante o período de baixas taxas de juros após o início da pandemia de covid-19. A empresa oferece cartões corporativos, contas bancárias empresariais e software de gerenciamento de despesas.
⇒ Leia mais: Brex não tem pressa para o IPO. ‘Ter previsibilidade é crucial’, diz Franceschi
No radar dos mercados
Os futuros das ações dos EUA apontavam para uma abertura em baixa nesta terça-feira (25) após uma liquidação liderada pelo setor de tecnologia em Wall Street no final do pregão de segunda-feira.
- Unicredit eleva salário de CEO. O banco italiano aumentou em um terço o salário do CEO Andrea Orcel, consolidando ainda mais seu status como um dos banqueiros mais bem pagos da Europa. A remuneração de Orcel passou de € 10 milhões para € 13,2 milhões no ano passado.
- Danone registra crescimento. As vendas da empresa aumentaram 4,7% no quarto trimestre em relação ao ano anterior, o que superou as estimativas dos analistas. Na América do Norte, as vendas cresceram 7,7%, enquanto na região que inclui a China, o aumento foi de 6,8%.
- Stellantis vê avanço contido. A fabricante dos SUVs Jeep e dos carros Fiat projeta uma margem de lucro operacional ajustada na faixa de um dígito em 2025, em comparação com os 5,5% registrados em 2024. A previsão está abaixo dos retornos de dois dígitos que a Stellantis projetou no ano passado.
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🔘 As bolsas ontem (25/02): Dow Jones Industrials (+0,37%), S&P 500 (-0,47%), Nasdaq Composite (-1,35%), Stoxx 600 (+0,15%), Ibovespa (+0,45%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• LWSA, Positivo e Ourofino avaliam sair da B3, dizem fontes. Não são casos isolados
• ANP paralisa perfurações de petróleo e levanta temor na indústria, dizem fontes
• BV muda o comando e traz Gustavo Sousa, ex-CEO da Cielo, como presidente
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• Também é importante: Loft acerta parceria com a Caixa e prevê salto em crédito imobiliário, diz CEO | RecargaPay chega a 10 milhões de usuários e R$ 1,2 bi em receita. E prevê acelerar
• Opinião Bloomberg: Buffett dá lições sobre o que realmente faz os EUA serem um grande país
• Para não ficar de fora: Ativismo de Musk afeta a Tesla na Europa: vendas caem 45%, e rivais crescem
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