Bloomberg — Mais de 6 milhões de pessoas em todo o mundo morreram de covid-19 dois anos depois que o vírus começou a se espalhar globalmente, apesar da distribuição de vacinas que consideravelmente reduziram as taxas de mortalidade em todo o mundo.
As mais recentes 1 milhão de mortes registradas ocorreram mais lentamente do que os intervalos anteriores. Demorou cerca de 125 dias para o número passar de 5 milhões para 6 milhões, em comparação com 117 dias para atingir a marca de 5 milhões e menos de 90 dias cada para atingir a casa de 3 e 4 milhões. O ritmo voltou ao que era visto durante o primeiro ano da pandemia, quando o vírus ainda estava se espalhando.

A covid continua matando milhares de pessoas todos os dias. Outros bilhões permanecem não vacinados, seja porque não têm acesso às vacinas ou não estão dispostos a receber as doses, ficando estas pessoas expostas à infecção e o mundo vulnerável a novas variantes.
Apenas os Estados Unidos foram responsáveis por 16% deste o último milhão de mortes – a maior parcela de qualquer país. O Brasil responde por 11% desse total, e a Índia, por 9%.

--Este texto foi traduzido por Bianca Carlos, localization specialist da Bloomberg Línea.
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